"Tudo começou quando marcamos, eu e meu marido, uma viagem à África do Sul. Como um casal de amigos nossos havia voltado recentemente daquele país, convidamos os dois para jantar e nos contar as experiências deles por lá. Eles trouxeram fotos e um vídeo para nos mostrar. Minha amiga M. me recomendou que prestasse atenção no negro que apareceria dali a pouco no vídeo.
Logo surgiu na telinha um negro enorme e ela me contou que se tratava de um belo exemplar da tribo Watusi. Sem dúvida alguma, aquele era um povo privilegiado, não só na altura e no porte como também pela beleza de seus homens e mulheres.
Quando o vídeo acabou, M., a pretexto de dar uma espiada no guarda-roupa que eu levaria na viagem, subiu até o meu quarto para me contar a história dos Watusi.
O marido dela, segundo contou, queria vê-la sendo possuída por um negro superdotado. Um dos motivos do safári havia sido realizar esta fantasia. Eu fiquei constangida com o que ela me dizia. Jamais imaginava que eles pudessem fazer algo assim. E ela me contou tudo, nos mínimos detalhes. Tudo aquilo me deixou impressionada e — por que não reconhecer? — curiosa e excitada. M. falava e eu ia ficando molhadinha, com um calor que involuntariamente tomava conta de meu sexo. Eu mesma não entendi o porquê da minha reação, porque até então só havia desejado meu próprio marido. Nunca olhara para outro homem. Possivelmente havia sido algo em função da história que ouvira.
Na véspera de nossa partida, M. me trouxe um envelope dizendo conter todas as informações se, por acaso, eu quisesse conhecer o tal negro. E, se o fizesse, para dizer-lhe que ela não o tinha esquecido. Mas ela insistiu que eu levasse, por via das dúvidas... Diante da insistência, e para deixá-la tranqüila, peguei o envelope com mãos trêmulas e guardei. No avião, abri o envelope e achei uma foto do Watusi e todas as instruções de como encontrá-lo, além de uma foto de minha amiga dedicada a ele. Senti que algo me empurrava para aquele encontro.
Um dos programas de nossa excursão maracava para o dia seguinte uma visita a uma das reservas. Disse a meu marido que preferia não ir, mas ficar descansando para depois fazer umas compras. Tive de insistir para que fosse sem mim e com isso teria umas 15 horas de liberdade. Tão logo ele saiu, procurei um guia que me levasse até o povo Watusi. Tinha finalmente me decidido a encontrar Lao-to, o negro. Fiquei espantada com o preço que ele me cobrava e com o tempo que gastaria: quatro horas para ir e outras tantas para voltar. Quase desisti. Mas a curiosidade falou mais alto.
Fui muito bem recebida e aquela gente era na verdade ainda mais bela do que no vídeo. A grande maioria deles falava o inglês e assim não tive problemas para me comunicar e menos ainda para localizar Lao-to. Uma das belas mulheres me olhou, sorriu e perguntou por que eu queria conhecer Lao-to. Expliquei-lhe que trazia um recado de uma amiga para ele e mostrei-lhe a foto de M. Ela a reconheceu e foi logo comentando maliciosamente: ‘Você também quer conhecer o nosso To-tem. Ele gosta muito de européias como você. Venha comigo, veremos se ele está disponível.’
Segui-a até uma das tendas e vi finalmente o famoso Lao-to, deitado numa esteira ao lado de duas mulheres que o acariciavam. Ao me ver, ele as afastou e veio todo sorridente ao meu encontro. Fiquei completamente paralisada. Alguns segundos depois, passei-lhe a foto de M., já que não sabia o que fazer. Dei-lhe o recado e ele exclamou: ‘Bela, belíssima mulher!’ E tratou de colocar as mãos imensas sobre meus seios, apertando-os e sorrindo: ‘Você é muito mais bela que ela e será minha agora.’
E, juntando a ação à palavra, arrancou-me a blusa. As amigas dele vieram ajudá-lo e, em instantes, antes que pudesse sequer esboçar uma reação, eu estava nua. Completamente nua! As mãos dele percorreram meu corpo e um dos dedos penetrou fundo na minha vagina. Em seguida, ele retirou-o, levou ao nariz, depois à boca e chupou, gulosamente. As mulheres riram. Entendei que se tratava de um sinal de aprovação, já que me arrastaram até uma estranha cadeira e, só depois de estar acomodada, me dei conta de que era uma espécie de cadeira do sacrifício!
Uma das mulheres despejou sobre meu corpo um líquido viscoso, parecido com mel, só que roxo e com cheiro de erva-doce, e me lambuzou toda. Sentia-me imobilizada e, pior, completamente escancarada. Minhas pernas estavam presas e, ao mesmo tempo, abertas ao máximo. Elas me lambuzavam até dentro da vagina, o que me fez sentir um calor intenso. Aquilo fazia parte do ritual, uma vez que o líquido foi recolhido numa bacia, transferido para outro recipiente e oferecido para Lao-to, que o provou através de um grosso e imenso canudo de bambu.
Ele o provou e, pelo visto, aprovou, pois pronunciou em seguida palavras no seu idioma e uma das mulheres tirou a túnica de Lao-to, me deixando ver o bambu que lhe vestia o sexo. As mulheres intensificaram as massagens com aquela substância roxa no meu sexo e me deram para cheirar a coisa mais feia e forte que havia provado, e despejaram o resto do mel dentro do bambu de Lao-to.
Seu rosto e respiração começaram a se transformar, enquanto as mulheres cantavam e falavam coisas que eu não entendia. Uma ordem repentina dele restabeleceu o silêncio dentro da cabana. Ele então começou a retirar o bambu e fez ir aparecendo uma verdadeira cobra coberta pelo mel roxo. Uma das mulheres pegou o bambu e terminou de baixá-lo. Aquilo seguia e não parava mais de sair de dentro da forma. Até que finalmente ficou livre e se aproximou de mim balançando o membro indescritível. Pousou-os sobre meus seios e, depois de lambuzá-los bem, desceu até minhas coxas, posicionando-se sobre minhas pernas abertas. As duas mulheres pegaram aquele pau cavalar e começaram a roçá-lo contra minha vulva. Fui por um longo tempo açoitada por aquele tronco.
Outra ordem de Lao-to e elas recomeçaram a melar minha vulva com aquele líquido viscoso. Em seguida posicionaram a cabeçorra do membro bem na porta da xota. Lao-to segurou o corpo do pau com as mãos e deu um grito grave e prolongado, antes de esconder parte do colossal caralho dentro da vagina.
A impressão foi muito mais forte do que a dor. Não podia imaginar que tinha agasalhado mais da metade daquilo dentro de mim. A dor que eu deveria estar sentindo era seguramente muito maior do que a que eu estava realmente suportando. Sem dúvida devia ser o efeito daquele estranho mel. Havia muito mais prazer do que dor naquele instante. A cada estocada, minha vagina deixava escapar jorros de mel. Minhas entranhas eram empurradas para dentro, mas não havia dor, apenas uma sensação de entupimento e um prazer alucinante.
Quando Lao-to tirou uma das mãos de seu pau, eu já tinha mais de 20cm dentro de mim e outros tantos do lado de fora. O prazer que experimentava não era deste mundo. Gozei e gritei durante meus orgasmos feito uma louca. Lao-to sorria e me enfiava cada vez mais forte. Pousou as mãos sobre meus seios e apertou-os com fúria quando senti jorrar seu leite lá dentro. Jamais experimentei tamanha quantidade de esperma.
Quando finalmente começou a sair de dentro de mim, não sei como tinha forças para me manter lúcida. Ele ia tirando aquela monstruosidade e eu continuava me acabando. Quando o encostou no meu rosto, eu o beijei, lambi, mordi como uma possessa e terminei por chorar histericamente. Neste instante, descobri porque M. não havia esquecido aquele homem e a experiência dela. Quem poderia esquecer um falo de 34x9cm?
Antes de sair daquela cadeira, as duas mulheres tornaram a se aproximar de mim e me fizeram objeto de novo ritual. Pegaram uma folha, enrolaram-na como um charuto e a introduziram na vagina. Depois colocaram outra como um absorvente, dobrada em duas, e me vestiram uma calcinha. Disseram que tinha de ficar com aquilo por 12 horas ou sofreria conseqüências do taca-luei. O tempo se esgotava. Tinha de ir embora e disse isso a Lao-to, acrescentando que um dia ainda tornaria a vê-lo.
Quando cheguei de volta ao hotel, fazia poucos minutos que meu marido havia voltado. Ele parecia excitado e me contou que eu tinha perdido um passeio maravilhoso, que havia sido uma pena não ter ido e que, quando visse os filmes, me arrependeria. Coitado, se ele soubesse que acabara de fazer o maior passeio da minha vida. Divagava sozinha quando gelei. Lembrei-me que ainda estava com as folhas e o sêmem do negro dentro da minha vagina. Fui correndo ao banheiro e, quando arriei a calcinha, me lembrei do tal taca-luei. Não sabia o que era mas temi que alguma coisa acontecesse e voltei a vestir a calcinha. O curioso é que sequer tinha vontade de urinar. Por sorte, meu marido estava bastante cansado e dormiu assim que encostou a cabeça no travesseiro.
Passei a noite inteira acordada e, quando as 12 horas se completaram, despi a calcinha e tirei a folha de fora. Quando tentei tirar o charuto, quase desmaio: ele não estava lá. Tateei com o dedo, e nada. Tinha se dissolvido lá dentro. Apenas o cheiro forte do sêmen de Lao-to invadia as narinas. Não pude me controlar e me masturbei furiosamente. Quando estava a ponto de gozar, meu marido acordou e estranhou. Quis me ajudar e se apressou em me penetrar. Aquele cheiro forte não lhe passou despercebido. Perguntou o que era e respondi que talvez estivesse menstruando, que ele saísse pois iria ao banheiro. Tomei um banho e terminei o que ele havia interrompido. Quando voltei para a cama, meu marido roncava como um anjo.
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