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terça-feira, 5 de janeiro de 2010

Três Picas e Uma Xoxota Faminta

Já passava das 17:30, e eu furiosa, pois tinha diversos compromissos e tive que ficar na empresa, sozinha, a espera de uns entregadores folgados, que acham que a gente pode esperar a vida toda pela vontade deles...

Já passa de 30 minutos de atraso, eu não estou a fim de fazer hora extra, então entrei em um site de sexo na Internet, comecei a ver fotos de negros com loiras e a ler contos eróticos..

Fui ficando muito excitada, e como eu estava de vestidinho, e com meia calça 7/8, o único trabalho que tive para relaxar foi afastar o fundo da calcinha, já úmido, para o lado, para começar a acariciar minha bucetinha, totalmente molhadinha de tesão com aqueles estímulos do site...

Justo aquela noite.. Justo na noite que eu tinha um encontro com um cara maravilhoso... tão gostoso que me deixava com as pernas bambas só de imaginar... Já tínhamos saído algumas vezes, mas sempre com companhia.. mas dessa vez ia ser somente nós dois... Tive que ligar e avisar que me atrasaria...

Esse meu vestido é abotoado na frente, e como é de alças finas, não dá para usar sutiã, então eu abri alguns botões, e com uma mão acariciava minha buceta, depois com essa mesma mão acariciava meus mamilos, que se arrepiavam com a umidade que ficava entre meus dedos.

Abri uma série de fotos em que um negro, com um pau descomunal, castigava o cuzinho de uma loira, assim como eu... para ficar mais a vontade, tirei minha pequena calcinha (pequena mesmo, eu estava preparada para a transa maravilhosa que teria com aquele tesão de homem...), abri a sessão toda na tela e comecei a me masturbar num ritmo frenético, por momentos esquecendo a calcinha na gaveta aberta da mesa... Lambia meus dedos, um eu enfiava na buceta, que já estava até inchada de tesão, e o outro eu massageava meu clitóris em movimentos circulares...

Quando eu já estava quase no auge, explodindo num delicioso orgasmo, toca a campainha.. Aqueles malditos não podiam chegar 20 segundos depois?? Eu até tentei gozar antes, mas eles pareciam que tinham esquecido o dedo na campainha.. Levantei da cadeira irritada, abaixei um pouco o micro vestido e fechei somente um dos três botões abertos da frente, fazendo com que meus seios quase pulassem para fora, afinal eu não queria perder tempo, iria abrir a porta, eles entregariam a maldita mercadoria e eu voltaria para minha diversão.

Quando abro a porta quase tive um ataque... Um negro de mais ou menos 1,90 de altura, cabeça bem raspada e cavanhaque. Não parecia muito com os entregadores convencionais, apesar da roupa. Ele vestia jeans bem apertado, marcando uma "mala" gigante, camisa com as mangas dobradas até a metade daqueles braços fortes, com uma pequena caixa nas mãos.

Ele me olhou da cabeça aos pés, e enquanto ele me seguia para dentro da empresa, eu rebolava cada vez mais, e sentia que ele estava me despindo com os olhos... Nem notei que havia mais dois rapazes, um deles moreno bem claro, da minha altura, vestia camiseta regata mostrando seus braços fortes, e o outro também moreno, só que tinha os cabelos até o meio das costas, deliciosamente presos em um rabo de cavalo. Também não parecia entregador. O único que parecia ser empregado era o de camiseta regata.

Logo soube que seu nome era Tommy. Apesar de encantada com os três, eu queria acabar logo com aquela situação, e acompanhei Tommy até o fundo do galpão da Produção, onde ficaria a caixa com peças das máquinas. Tommy, muito alegre e simpático, me pediu mil desculpas pelo atraso, e logo fiquei sabendo que o negro chamava-se Martin, e o cabeludo Regis.

Martin era técnico em informática e os acompanhava para instalar um sistema de controle novo em minha rede, e Regis era seu assistente. Enquanto voltava para meu escritório com Tommy, as chaves da porta caíram da minha mão, e eu esquecendo que estava de vestido, abaixei descaradamente, empinando a bunda para ele. Mesmo com penumbra no salão, ele conseguiu enxergar o que queria.. Antes que eu levantasse, ele veio por trás e me agarrou pela cintura. Senti aquele volume latejante em minha bunda. Como impulso, tentei me soltar daqueles braços, mas ele me levantou e me segurou mais forte, fungando em meu pescoço e lambendo minha orelha. Levantou meu vestido e foi logo enfiando o dedo na minha buceta, que ainda estava molhada.

Eu tentava me soltar, mas ele soube me pegar. Fiquei mole, e ele enfiando o dedo em mim.. com a outra mão, abriu mais um botão do meu vestido e puxou meu seio para fora com força. Soltei um gritinho de dor e prazer. Pedi que parasse, pois iria até o escritório conversar com Martin e Regis, prometendo que já voltaria para dar o que ele queria. Ele me alertou que Martin e Regis demorariam mais de uma hora em seu trabalho, e pediu para tomar um banho rápido no vestiário dos funcionários.

Fui ajeitando o vestido até o escritório, e notei que a luz estava apagada, somente o computador iluminava a sala. Quando entrei, dei de cara com Martin sentado na minha mesa, apreciando as fotos que ainda estavam na tela, e massageando o pau já duro por cima da calça.. Regis estava sentado na poltrona, com minha calcinha de renda na mão, e enquanto cheirava, batia uma punheta bem caprichada.

Entrei e fiquei muda. Mas Martin, assim que me viu abriu um sorriso envolvente. Quando eu fui falar algo, ele me puxou para seu colo de costas e colocou o dedo sobre meus lábios. Girou a cadeira, comigo no colo, sentada naquela tora, e começou a abrir as fotos, enquanto lambia minha orelha e sussurrava: "Humm, putinha... você gosta de um negão, né, safada? Como você gosta mais, hein??" Então abriu uma foto de sexo anal, aquela do negro com um pau enorme, e foi afastando minhas pernas com sua mão, chegando na minha buceta que já estava encharcada. "Humm, loirinha, você tá querendo, né? Quer que eu faça assim, quer? Meu pau é assim, bem grosso e tá durinho.. quer pra você, quer?” Eu estava completamente louca de tesão, e sussurrei quase sem a voz sair... "Quero.... ai...dá pra mim, dá...." Regis que até agora só olhava, levantou da poltrona e veio abrindo meu vestido.. começou a lamber meus seios, delicadamente, e depois com mais força, mordiscando um mamilo por vez. Martin me levantou e abaixou a calça, sentando na cadeira, ficou só de cueca, enquanto Regis tirava meu vestido, me beijava na boca, nos seios, na barriga, me virou e começou a lamber minhas costas, enquanto Martin me olhava com cara de safado, sempre com aquele sorrisinho de cafajeste.

Fui até ele e olhei para aquele pau gigante, a cabeça toda pra fora da cueca, aliás, nem cabia na cueca de tão duro que estava. Abaixei e comecei a lamber o peito dele... Hummm... que cheiro bom de homem... Regis me segurou pelos quadris, me forçando a ficar de quatro, cara a cara com aquele pau gigante, enquanto lambia minha buceta de cabo a rabo... Ele chupava meu grelinho enquanto enfiava os dedos nela, depois no cuzinho... "Humm... assim... enfia o dedo, enfia...." Então, Martin puxou meus cabelos e colocou minha boca naquele pau, que estava fugindo da cueca... Abaixei a cueca e comecei a lamber aquela pica enorme e deliciosa. Segurei com as duas mãos e ainda sobrava bastante. A cabeça mal cabia na minha boca, e comecei a chupá-la como se fosse o pirulito mais gostoso da minha vida. Ele começou a gemer... "Vai sua puta...huuummmm.... chupa minha rola, chupa, sua puta...Vai, enfia até a garganta, vai...." Ele me segurava pelos cabelos e empurrava a pica na minha boca, como se estivesse fodendo minha garganta.

Regis não parava. Chupava meu grelo e me enlouquecia com dois dedos no meu cuzinho. Martin ditava o ritmo da chupeta. Às vezes rápido, às vezes bem suave.. "Hummm, putinha, sua boca parece uma bucetinha.... dá sua bucetinha pra mim, dá... sua bucetinha é gostosa assim, é???” Eu fiz que "sim" com a cabeça, sem tirar a rola da boca, então ele me levantou, me virou e mandou que eu chupasse o pau de Regis, que não era tão grande quanto o dele, mas era muito grosso e tinha uma cabeçona vermelha, que até brilhava.

Eu abaixei para chupá-la, e de repente Martin me puxa para o colo dele, enterrando toda aquela pica de uma só vez na minha buceta. Dei um grito de dor, mas ele mandou que eu não parasse de chupar, levantando e abaixando meus quadris. Eu mal conseguia chupar direito, pois o pau de Martin parecia me rasgar por dentro... Mas fiz o que pude e Regis acabou gozando nos meus seios. Lambi seu pau, já meio mole, e Martin acelerava cada vez mais os movimentos. Ele me colocou no sofá, de quatro e enfiava a rola com toda a força, gemia feito um animal no cio. Antes de gozar ele tirou o pau e disse: "Quero que você tome todo o leitinho do negão agora". Sentou no sofá e eu, ainda de quatro, comecei a chupar e a punhetar aquele caralho delicioso, até que ele explodiu num delicioso gozo novamente sobre meus seios.

Regis já estava em ponto de bala novamente, e veio, alisando a rola, segurou meus quadris e começou a passar a língua no meu cuzinho. Ele me levantou, e apontando a cabeça do pau no meu cuzinho disse: "Vou preparar teu buraquinho para o negão que você quer." Mas, na mesma hora eu recuei. "Não!!!" Martin puxou minha boca pra junto da rola, que continuava dura e perguntou: "Que foi, gata, tu não quer?" "É...quero...mas..." "Mas???" "Mas é que.... eu sou virgem aí." "Que???" Martin ficou me olhando, como se não acreditasse. "Verdade, gata? ...Puxa.. posso tentar??" E eu fiz beicinho, charminho, mas não resolveu. Ele queria....e eu também, é lógico.

Então ele enfiou um dedo no meu buraquinho, sempre alisando meu grelo e minha buceta.. enfiava na buceta e depois no cuzinho, para umedecer bem, enfiou a rola bem fundo na buceta, tirou bem devagar e bem melada, e foi passando a cabecinha no meu buraquinho, bem devagar, enquanto apertava meu grelo. Eu fui ficando mole, mole... Regis sentou no encosto do sofá, me oferecendo a pica para chupar. Eu chupava aquele pau, virando os olhos com as carícias de Martin. Martin, já louco de vontade de me comer, apontou a cabeçona melada na entrada do meu buraco e começou a forçar. Começou a doer muito, e eu pedi para parar, mas ele fingia não ouvir, apertando meu grelo mais forte ainda.

Regis, percebendo, segurou meus cabelos enfiando a rola até as bolas na minha boca para calar-me. Martin forçava, forçava, doía muito, mas ele não parava de me acariciar. De repente senti como se estivesse sendo rasgada, dei um grito de dor, achei que ele tivesse enfiado tudo de uma vez. Ele parou, beijou minha nuca e disse: "Hummm... cuzinho bem apertadinho... a cabeça já entrou." "A cabeça? Caramba... aquilo era só a cabeça...." pensei Então ele começou a fazer um leve vai e vem, sem deixar que a cabeça saísse. Ele gemia alto, apertava minha bunda, abrindo-a e empurrando cada vez mais a pica para dentro. Foi como se todas minhas preguinhas, uma a uma, fossem estouradas.

Regis levantou e foi olhar meu cu sendo rasgado, sempre tocando uma deliciosa punheta. Sentou novamente no sofá e escorregou para baixo de mim, lambendo meus seios, descendo para a barriga. Chegou a minha buceta, então Martin tirou o dedo do meu grelo, segurando minha bunda com as duas mãos. Abria para entrar, apertava para sair. Regis começou a chupar minha buceta, abocanhando-a inteirinha, roçando os dentes bem de leve no meu grelo. Fiquei louca de tesão. Empurrei a bunda para trás e senti aquela tora me invadir por inteiro.

Martin tirava e colocava sem dó, aumentava o ritmo, depois diminuía, só pra me deixar louquinha. Regis deitou por baixo de mim, pegou uma almofada e colocou por baixo dele. Começou a roçar a rola na minha buceta, e Martin me abaixou com tudo. Regis entrou todinho em mim. Começou a foder minha buceta, sem tirar os dedos do meu grelo, enquanto Martin fodia desesperadamente meu cu.

A dar inicial tinha se transformado num tesão louco. Nunca senti aquilo e não dá pra descrever. Martin, louco de tesão, começou a forçar mais e mais e me segurava pelos seios. Regis ia num ritmo mais lento, por causa da posição. Estávamos gemendo muito alto, minha meia calça já estava toda desfiada e eu já estava toda melada de porra.

Tommy apareceu na porta e até tomou um susto quando viu aquela cena, mas nós nem ligamos. Aí sim eu empinei mais o cu, e fazendo cara de safada, lambia os beiços para ele. Percebi o volume na hora. Ele tirou a rola para fora e começou a bater uma punheta, as vezes me dando para chupar um pouco.

Não aguentei mais, com uma pica no cu, outra na buceta, e dedos no grelinho, acabei gozando pela buceta como nunca havia gozado antes. Minha buceta se contraía tanto, que espremendo o pau dentro dela, acabou fazendo Regis inundá-la de porra. Ele saiu mole, muito melado. Regis saiu de baixo de mim e sentou na cadeira, todo esparramado, acabado de tesão. Eu também estava ficando meio mole, mas Martin queria mais.

Quando ele estava quase gozando, parava um pouco, diminuía o ritmo, rebolando com a tora toda dentro de mim. Queria judiar mesmo.... Tommy sentiu que era sua deixa. Deu a rola para eu chupar, e ele tinha uma rola deliciosa, grossa, cheia de veias. Martin não aguentou me ver chupando aquele monumento de pica e acabou gozando numa estocada bem forte. Senti como se ele tivesse me enchido todinha de porra por dentro. Ele foi tirando devagar, e a porra escorria pelas minhas coxas.

Estava exausta, mas queria que Tommy gozasse também. Ele desceu da poltrona, pensei que tivesse desistido, mas que nada.. Sem me avisar veio com tudo no meu cuzinho. Como ele estava todo melado, entrou muito forte. Ele não era tão delicado como Martin, metia forte, muito forte. Começou a socar tão fundo, que suas bolas batiam na minha bucetinha molhada, fazendo muito barulho. "Vai, minha éguinha... dá esse buraco gostoso pra mim, dá..." Como tenho cabelo comprido, ele soltou a presilha e enrolou numa das mãos. Com essa mão ele puxava minha cabeça pelos cabelos, com a outra dava tapas na minha bunda. Estava doendo, sua mão era pesada, mas o tesão que aquilo estava me dando era maior.

Foi metendo cada vez mais rápido, e eu acabei gozando pelo cu também. É muito diferente que pela buceta. Não sei, é mais forte, demora mais. Ele sentiu que eu tinha gozado, e também gozou. Mais uma vez encheu meu buraquinho, que ardia e latejava. Deitei no tapete (daqueles bem felpudos) e eles deitaram ao meu lado. Cada um fazia carinho em um lugar. No cabelo, no rosto, depois me beijavam.

Acabamos adormecendo ali mesmo. Exaustos. Amanheceu o dia, e levei os três para meu apartamento, para uma deliciosa ducha. O gato ficou na espera, mas tratei de arrumar uma desculpa bem convincente para ele, marcamos um outro encontro, e ele disse para levar uma amiga, pois seu primo iria também... Claro que fui sozinha, mas isso é outra história...

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