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terça-feira, 5 de janeiro de 2010

Tirou a Tanga e Virou Macho

"Tenho 26 anos, sou professora de aeróbica numa academia onde vou duas vezes por semana. Sou casada há quatro anos com Fábio, engenheiro de manutenção numa indústria multinacional. Fábio trabalha em horários com escalas diferentes, o que, às vezes, cria alguns desencontros entre nós. Mas, como não temos filhos, na nossas folgas aproveitamos para pôr em dia nossos desejos reprimidos. Recentemente, Fábio sofreu uma torção no pé e ficou impedido de dirigir. No período de recuperação dele, eu deveria buscá-lo, independente do horário de seu trabalho. No primeiro dia de minha nova missão, era perto de onze da noite quando fui apanhá-lo. Levei um susto ao me deparar com um grupo de travestis fazendo ponto espalhados pela quadra toda. Confesso que fiquei perturbada, sem saber o que fazer, diante dos olhares e gestos provocativos que faziam. Com certeza estavam me confundindo com alguém à procura de aventuras. Para complicar, alguns carros paravam bruscamente, me obrigando a desviar ou aguardar que retomassem a marcha. Terminando aquele percurso, meio indignada com o que vi, comentei com Fábio minha situação e ele deu uma bela gargalhada. Perguntou-me se eu havia gostado de algum em especial, pois entre eles havia um que era um verdadeiro fenômeno da natureza. Apesar de dar aula para alguns homens afeminados e belas e esculturais garotas, nunca me passou pela cabeça Ter o menor interesse por esses tipos estranhos. Mas, para meu espanto, no outro dia, lá estava eu novamente, agora mais observadora diante dos comentários de Fábio. Realmente, havia um ou uma com cabelos louros, cacheados até perto da cintura, trajando um minúsculo vestido preto, sapatos de saltos bem altos, com um rosto de anjo inocente que faria inveja a qualquer mulher por mais vamp que fosse. Pelos comentários de Fábio, só poderia ser aquela que estava ali há alguns metros da janela de meu carro me jogando beijinhos e acariciando os seios provocantemente. Disfarcei como quem não quisesse nada, dei mais uma volta na quadra para melhor observar aquela gata sensualíssima e parti para minha obrigação. Não posso explicar o que ocorreu comigo, mas naquela noite até Fábio estranhou minha voracidade quando chegamos em casa. Até mesmo na academia passei a observar melhor o corpo das gatinhas, o que refletia alguma mudança no meu comportamento até então muito convencional. O próximo turno de Fábio terminaria apenas no dia seguinte e um carro da empresa deveria trazê-lo para casa. Isso me deixaria livre logo após a aula. Ao invés de ir para casa, peguei o carro e fui direto para o ponto das meninas. De longe, já a havia avistado num ponto mais escuro e afastado da rua. Meu coração começou a bater desenfreadamente quando parei o carro e ela veio em minha direção, esbanjando charme e sedução. Sem dizer uma palavra, entrou no carro e saímos em disparada. Fomos direto para o motel. Meio inibidos fomos trocando algumas palavras sem muita importância para o momento. Enquanto isso, eu observava aquele exemplar andando vagarosamente pelo quarto como que fazendo um reconhecimento. Finalmente, ela sentou-se ao meu lado na cama, me encarando e oferecendo os lábios carnudos num longo beijo. As mãos me enlaçaram e o perfume que vinha daquele corpo me embriagava. Fui então me soltando e minhas mãos já tocavam aqueles seios rijos. Jogamos os corpos na cama e fui levantando o minúsculo vestido que ela usava, descobrindo uma tanguinha vermelha de renda cobrindo, não sei como, um monumental cacete. Estava duríssimo e saltava para fora da tanguinha. Fui beijando as coxas até alcançar o pau. Não resisti e engoli aquele enorme e grosso mastro. Comecei a me livrar das minhas roupas, ficando só de calcinha. Depois, rolei na cama com aquele ser tão tentador, que acabou arrancando a minha calcinha. Não estava agüentado mais e só tive tempo de pegar a camisinha na bolsa antes de enterrar aquele cacete em minha boceta. Não demorou muito para que eu começasse a soltar uivos de tesão e a gozar como nunca tinha gozado. Dei uma pequena trégua e parti novamente para o ataque, deixando ela peladinha e virando-a de bruços. Inebriada, passei a esfregar a boceta na bundinha dela. Com uma das mãos, masturbava o pau reluzente por baixo do corpo. Senti que ela, pouco a pouco, foi entrando no ritmo de quem também estava afim de desfrutar de meu corpo. Deitei na cama, abri as pernas e recebi uma língua quente e macia abrindo os lábios de minha xoxota. Num gesto brusco, levantou-se, ficou de joelhos e me colocou de quatro. Não precisou esperar muito tempo para entender suas pretensões. Senti sua língua quente me lubrificando o cú e em seguida um ferro em brasa rasgando minha carne. Tentei relutar, mas foi em vão. Metade já estava lá dentro. O negócio era relaxar e aproveitar. Ficamos por mais algumas horas no motel quando tomamos banho juntas e, mais uma vez, ela me agasalhou com com sua pica lubrificada pelo sabonete. E, novamente, comeu minha boceta. Finalmente, paguei-a pelos serviços, saímos e deixei-a num local próximo de onde a pegara, prometendo outro programa para breve. Quem sabe, com dois travestis?"

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