Páginas

terça-feira, 5 de janeiro de 2010

Primeira Vez Que Vi Um Pau Grosso

" Quando eu tinha aproximadamente 18 anos, os meus seios, coxas e nádegas já tinham formas que provavelmente mexia com os homens. Foi nesta época que comecei a ter minhas primeiras experiências sexuais. Apesar de estudar na cidade, morava num sítio e utilizava o ônibus. Foi nesta época que aconteceu algo que marcaria definitivamente a minha vida. O motorista do ônibus, um senhor de meia idade, aproveitando que não havia outros passageiros, parou perto do ponto onde eu descia e dizendo que tinha algo muito importante para me mostrar e me chamou. Levantei do meu lugar e fui até ele que permanecia sentado ao volante. Quando cheguei perto, a sua calça esta aberta e um imenso membro cheio de veias com uma cabeça vermelha estava a mostra. Por um momento fiquei paralisada com a cena, depois envergonhada e com um certo desespero tentei sair do ônibus. Mas a porta estava fechada. Ele me pediu quase que chorando para que não tivesse medo dele e que a única coisa que ele queria era que eu ficasse ali, mas olhando. Obedeci. Ele pegou naquele membro e começou a esfregar a mão por toda a sua extensão enquanto eu observava. De repente de dentro de seu membro espirrou um liquido que atingiu o retrovisor do ônibus. Pensei que ele estava morrendo tal foi as caretas e gemidos. Em seguida se limpou guardou o membro ligou o ônibus e tocou até no meu ponto. Simplesmente não disse nada. Desci e quando estava indo para casa senti a minha vagina totalmente molhada e com uma sensação de cumplicidade e segredo. Quando cheguei em casa não havia ninguém. Minha mãe era professora e já tinha ido trabalhar. Entrei fui no meu quarto, tirei minha roupa e comecei a pensar naquele pinto que tinha visto. Instintivamente levei a mão na vagina e percebi que o orifício era no mínimo 5 a 6 vezes menor que o diâmetro daquele pênis. Uma penetração talvez fosse impossível. Toquei um siririca e gozei abundantemente. Em seguida fui até ao quintal tratar dos bichos e vi que o Lennim um cão fila que temos tentando agarrar nossa cadela Cole. Quando cheguei perto deles ele começou a me cheirar. Instintivamente dei um tapa nele, mas quando entrei ele veio atras de mim. Tranquei a porta e não me importei com a presença dele na sala. Eu estava nua e enrolada numa toalha. Tirei a toalha e deitei de barrica para cima no sofá com as pernas ligeiramente abertas e novamente comecei a pensar no motorista do ônibus, quando de repente senti a língua do cachorro na minha vagina. Levei um susto e a primeira idéia que veio foi da higiene, mas o espasmo que me provocou foi intenso. Abri mais as pernas e deixei ele lamber enquanto olhava para o membro vermelho do cão que apontava na pele protetora. Ele agarrou minha perna e começou a copilar nela. Completamente fora de controle comecei a da vazão aos meus instintos e imediatamente fiquei de joelhos e apoiei os cotovelos no chão, ficando com a fenda exposta, novamente ele lambeu e em seguida subiu em mim. Senti a ponta de seu membro bater próximo à vagina. Foi só mudar a posição do joelho e senti a ponta dele tocar a entrada da minha fenda. A sensação foi maravilhosa. Numa estocada mas firme senti a ponta do seu pau começar a penetrar. Senti um pouco de dor e numa tentativa de defesa chequei o corpo para frente enquanto ele continuava estocando, agüentei firme e de repente ele estava cravado em mim. As sensações que senti em seguida foram simplesmente alucinantes, principalmente quando o pau dele começou a aumentar de tamanho me dilatando toda. Fiquei desfalecida de tanto gozar depois de alguns minutos, quando o pau do cachorro saiu de dentro de mim, percebi que tinha crescido enormemente. Levantei meio tonta e fui para o banheiro tomar banho e percebi que sangrava na vagina. Tinha perdido parte do meu cabaço com aquele animal. Foi simplesmente maravilhoso. No outro dia quando vinha da escola o motorista era outro. Fiquei decepcionada. O Lennim tinha ido para a fazenda do meu tio para tocar gado. Contentei-me e tocar siririca e a sonhar. Um mês depois que isto aconteceu, eu estava esperando o ônibus sozinha quando apareceu um caminhão deste de carregar terra e o motorista, um mulato me ofereceu carona. Como já tinha visto meu tio conversando com ele na cidade achei que não haveria nada de mau em aceitar. Assim que o caminhão começou a andar ele olhou para as minhas pernas e depois cinicamente me perguntou se eu tinha namorado. Respondi que não. Ficamos em silêncio durante algum tempo. Resolvi quebrar o gelo fazendo a mesma pergunta. Ele entendeu errado e respondeu que namorada firme não, mas que tinha uma vontade louca de comer um garota da minha idade. Fiquei chocada com o que ele me disse e chorei de vergonha e pedi para que ele parasse para que eu pudesse descer. Ele zangou comigo dizendo que não tinha nada a ver eu ficar daquele jeito e que eu deveria deixar de ser fresca. Em seguida, pegou uma estradinha paralela e uns 100 metros depois parou debaixo de um arvore um pouco longe da estrada. Fiquei assustada e tremendo de medo.. Deduzi que era para ver alguma coisa. Ele desceu e não voltava nunca. Preocupada desci também e quando dei a volta no caminhão ele estava com as calças arriadas se masturbando. Ao me ver, virou-se para mim e veio caminhando na minha direção arrastando as calças no chão c sem saber porque fechei os olhos até perceber ele perto de mim. Quando senti sua mão tocar o meu pescoço abri os olhos e vi seus olhar cheio de desejos. Desviando o olhar para baixo, pude então ver o membro dele. Tão grande quanto ao do motorista mas com menos veias. Estava em pé diante dele. Ele levou a mão pelas minhas coxas, segurou a calcinha e foi tirando até em baixo, fez eu levantar os pés para acabar de tirá-la, cheirou-a e a beijou e eu totalmente paralisada. Em seguida, abriu minhas pernas, abaixou um pouco o corpo e colocou a cabeça daquela piroca na porta da vagina, apesar do desespero e medo não conseguia fazer nada. Quando começou a penetração, doeu e eu protestei. Ele tirou o pau, me puxou pelo braço com energia quase me arrastando e levou-me até ao pneu do caminhão, fazendo com que eu encostasse nele. Olhei em volta apavorada buscando, talvez, uma salvação, mas não havia ninguém Em seguida pegou meu braço esquerdo pelas minhas costas, encostou seu corpo no meu mantendo quase que paralisada, firmou minha perna direita com seu lado esquerdo, levantou minha perna direita com energia, me impedindo de qualquer defesa, cuspiu na mão e esfregou na minha vulva, encaixou a cabeça do seu membro na entrada da vagina totalmente encharcada e novamente começou a penetração. Estava doendo muito e eu pedia para parar. Parece que ele ficou puto, fez uma cara de zangado e quando pensei que ia desistir enterrou tudo. Gritei de dor, mas ele continuou firme dentro de mim. Senti como se tivesse um ferro em brasa dentro de mim. Eu gemia de dor e medo, mas ao mesmo tempo sentia uma sensação de prazer. Ele foi tirando devagar e quando pensei que ele ia tirar tudo , voltou a enterrar e começou a se movimentar estocando. Comecei a sentir uma aflição no corpo e os orgasmos começaram a vir um após outro. Toda a minha parte de baixo piscava sem qualquer controle até que ele aos berros gozou dentro de mim como um cavalo inteiro. Depois chorei muito, dizendo que tinha me violentado. Eu não conseguia nem andar e sangrava muito pela vagina. O motorista estava desesperado. Foi na cabine e pegou estopa limpa e me deu para limpar em seguida me ajudou a subir na boleia e fomos embora para a cidade. Pediu para que eu guardasse segredo não contando nada para ninguém. Voltei para casa no primeiro ônibus que tinha de volta e disse para minha mãe que não estava passando bem porque tinha ficado mestruada. Duas semanas depois estava na rodoviária quando vi o velho motorista que tinha batido um punheta para mim. Quando ele me viu virou o rosto e caminhou para o outro lado da rua e fui atras. Ficou todo sem jeito quando viu que não poderia fugir de mim. Perguntei porque que ele tinha saído da linha da minha casa. Ele focou em silencio e eu insisti. Vergonha minha filha, vergonha... Respondi que aquilo não era motivo e que inclusive tinha achado muito divertido e em seguida fui embora deixando o velho com uma cara de surpresa e admiração. Duas semanas depois, eu estava na rodoviária esperando o ônibus para voltar para casa quando vi o velho motorista vindo em minha direção. Parecia meio bêbado chegou seu rosto perto do meu ouvido e disse que estava me esperando do outro lado da rua numa esquina e que eu fosse até lá. Em seguida foi embora. Fiquei na dúvida se ia ou não. Olhei novamente para a esquina e o vi parado. Resolvi ir e quando cheguei ele não estava lá. Ouvi uma buzina vindo de uma Variant velha de cor amarela. Cheguei perto e ele pediu que eu entrasse no carro. Falei que ia perder o ônibus e ele argumentou que me levaria em casa. Abri a porta e entrei dizendo que não poderia ficar conversando ali com ele. Era uma meia descida e o carro começou a andar em seguida pegou no tranco. Por mais que argumentasse que me deixasse ele continuou a dirigir aquele carro até sair da cidade. Havia uma estrada velha que foi dar num bambual. Chegando lá ele parou o carro. Desceu e deu uma volta por perto e depois voltou. Aquele lugar era totalmente isolado dando um sensação de tranqüilidade e privacidade. Eu sai do carro e perguntei a ele o que ele queria. Ele respondeu que o maior sonho da vida dele era eu tirar o pinto dele para fora da calça e chupar. Sem dizer uma única palavra levei a mão na zíper da calça dele e abri. Seu piru enorme já meio duro ficou pendente na minha frente. A cabeça era enorme. Abaixei e enfiei a ponta da grade na boca. O gosto era meio cítrico mas comecei a chupar. Em seguida ele fez eu levantar e baixou minha calcinha e caiu de boca enfiando a linha na minha vagina e o dedo no meu ânus. Deitou-me sobre o capuz do carro e veio por traz e colocou o pinto na porta da minha xereca dizendo que ia comer o meu cuzinho para não arrebentar o cabaço. Quase que suplicando pedi a ele que enterrasse na buceta mesmo . Não perdeu mais tempo. Levantei o máximo que pude a bunda e senti a cabeça do pau catucando a entrada. Fui sendo alargada devagarinho e depois começou a estocar muito gostoso. Depois mudamos de posição e um formigamento foi aumentado de intensidade até que explodi em várias seqüências de orgasmos. Eu seguida ele gozou também. Ficamos a tarde toda metendo. Foi muito bom. Hoje sou casada com um rapaz jovem que não sabe de nada, mas continuo a fazer as minhas loucuras.

Nenhum comentário:

Postar um comentário