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terça-feira, 5 de janeiro de 2010

A primeira vez que meu primo viu uma boceta


Meu amigo uma vez me contou que quando era pequeno (uns 15 anos) ainda não tinha visto uma mulher nua na frente dele. Vou colocar aqui como se fosse ele que estivesse contando. Tudo para dar mais emoção e realidade ao acontecimento. A casa era de madeira e uma prima iria passar uns dias na casa da minha tia. Esta que ficava no fundo de meu quintal. Minha prima tinha os cabelos louros cacheados, uma boca carnuda, coxas grossas e um bumbum apetitoso. Como o banheiro era fora da casa, eu podia ver quando ela fosse tomar banho. O banheiro era envolvido por uma lona. Então, furei um buraco a altura do ventre, bem no ponto mais tentador da mulher. Isso para que quando ela ficasse em pé eu pudesse ver sua xoxota inteirinha. Se ela ficasse de cócoras, poderia ver sua boceta por completo, já que embaixo não havia cobertura. Um dia cheguei mais cedo da aula e como não havia ninguém em casa, vi quando ela se dirigiu ao banheiro. Fui então, direto para a brecha. Nossa! Assim que ela entrou foi logo tirando a toalha. Porém, ainda estava de calcinha e sutiã. Ela tirou lentamente. Era a primeira vez que eu via um par de seios e os achei lindos. Redondos, pontudos e durinhos. Caberia certinho na minha mão. Os mamilos eram rosados. Depois veio a calcinha. Nessa hora quase que desmaiei de tesão. Eu ainda não tinha visto uma boceta até aquele dia. Quando a peça caiu e eu vi aquela parte triangular com poucos pelos, meu corpo tremeu todo. Meu pau endureceu descontrolado. E eu não entendia o motivo dele ter ficado daquela forma porque até então eu nem sabia o que era masturbação. Ela jogou o primeiro balde de água pelo corpo (lá não tinha chuveiro). Jogou o segundo e começou a se ensaboar. Quando ela ficou de cócorar e eu vi aquelas beiras grossas, coloquei a mão no cacete e o tesão dobrou. Fiquei tremendo num misto de tesão e medo de ser pego em flagrante. Afinal, o que eu diria se me pegassem? Reparei atentamente para a anatomia daquele lugar tentador: a rachadura no meio, os pêlos, e algo parecido com uma língua. Aí não teve jeito. Gozei sem se quer movimentar o cacete. Aquilo para mim se tornou uma religião. Pois todos os dias naquele horário eu estava lá na brecha. Ela nunca desconfiou de nada e também nunca mais a vi. Se fosse hoje, ela sozinha e eu lá, certamente que eu não teria ficado só na brecha.

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